Av. Senador Lemos, Umarizal, Belém/Pará

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(Chris McGrath / Getty Images)

Com o desemprego em alta durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, o número de pessoas formalizadas como microempreendedores individuais (MEI) disparou no Brasil. Em agosto, o país teve recorde na taxa de desemprego, com 13,8 milhões sem trabalho.

Entre março e setembro, foram registrados 985.891 novos cadastros de microempreendedor. Hoje, são mais de 11 milhões no Brasil.

O ramo de beleza é o que lidera o ranking das 10 profissões formalizadas. São cerca de 824 mil registros entre cabeleireiros, pedicures e manicures, representando 7,4% dos MEIs no país.

Já os profissionais autônomos, que vendem roupas, estão em segundo lugar, representando 7,4% com um total de 814 mil registros profissionais como microempreendedores.

O cadastro como microempreendedor é uma forma de formalização do trabalhador autônomo. Em 2019, antes da pandemia, a informalidade bateu recorde no Brasil.

Veja o ranking

01. Profissionais da área de beleza (7,4% dos registros)

02. Comércio varejista de roupas e acessórios (7,3% dos registros)

03. Profissionais de obras de alvenaria (4,4% dos registros)

04. Promoção de vendas (3,5% dos registros)

05. Lanchonetes, casas de chá, sucos e similares (2,8% dos registros)

06. Fornecimento de alimentos preponderantemente para consumo domiciliar (2,7% dos registros)

07. Mini mercados, armazéns ou mercearias (2,3% dos registros)

08. Atividades de estética e cuidados com a beleza (2,1% dos registros)

09. Instalação e manutenção elétrica (1,8% dos registros)

10. Serviços ambulantes de alimentação (1,8% dos registros)

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