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Para aumentar a produção, empresa sul-coreana proíbe funcionários de irem ao banheiro

O Globo



A empresa sul-coreana Lear, com filial em Honduras, foi denunciada por proibir seus funcionários de irem ao banheiro, obrigando-os a usar uma espécie de fraldas, única e exclusivamente com o objetivo de aumentar a produção.

O dirigente sindical Daniel Durón, que fez a denúncia, assegura que o caso só veio à tona depois de vários esforços a nível internacional, já que, num primeiro momento, a Lear impediu o acesso para que autoridades nacionais verificassem as acusações de violações aos direitos dos trabalhadores, informou o site da rede de TV RT.

A companhia sul-coreana tem contratados cerca de 4.000 empregados, que trabalham na fabricação de arneses, espécie de gancho muito usado em alpinismo, que são exportados para os Estados Unidos.

“Recebemos a denúncia de que os empregados usam fraldas para urinar, para não perder tempo indo ao banheiro”, afirmou o dirigente sindical, que reiterou que essa é uma das muitas denúncias feitas contra a empresa, que oficialmente se apresenta como Honduras Electrical Distribution Systems-Kyungshin-Lear.

A comissão encarregada de investigar o caso será integrada por representantes das embaixadas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, junto com delegados do Ministério do Trabalho de Honduras.

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