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Ibama vai abrir concurso para 568 vagas
Órgão destacou importância de contratações em cenário atual 'marcado pela agressão ao meio ambiente e pela escassez global de recursos naturais'
Tempo de leitura: 2 min


(Henrique Donadio/Exame)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou, nesta segunda-feira, 6, que abrirá um concurso público para 568 vagas no órgão. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União.

No fim de agosto, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Mendes, anunciou que seriam feitas cerca de 700 contratações, não só no Ibama como também no Instituto Chico Mendes (ICM-Bio), visando, sobretudo, combater o desmatamento.

As vagas estão distribuídas entre: 96 para analista ambiental, 40 para analista administrativo e 432 para técnico ambiental.

O órgão explicou que os cargos de analista e técnico ambiental terão como atribuições a fiscalização ambiental, qualidade ambiental, licenciamento ambiental, uso sustentável dos recursos naturais, manejo de animais silvestres, monitoramento e informação ambiental, administração e planejamento; o cargo de analista administrativo será responsável por atividades de administração e planejamento, atividades administrativas nas superintendências e unidades descentralizadas, e atividades administrativas nas diretorias finalísticas.

De acordo com o Ibama, com a realização do concurso — com data ainda não divulgada —, será possível ampliar o efetivo atual que há hoje, principalmente, nas áreas que compõem a Amazônia Legal. O órgão destacou que isto possibilitará um poder maior de fiscalização e capacidade de realizar ações relativas ao licenciamento ambiental, controle da qualidade ambiental e à autorização de uso dos recursos naturais.

Em nota publicada ems eu site, o Ibama reforçou a importância do reforço em seu efetivo, e citou o cenário atual “marcado pela agressão ao meio ambiente e escassez global de recursos naturais”:

“A preservação da Amazônia Legal é crucial para a integridade territorial do país, que se torna ainda mais relevante num cenário marcado pela agressão ao meio ambiente e pela escassez global de recursos naturais no raiar do século 21. Uma boa política, estrutura e o adequado modelo de preservação requerida pela sociedade civil e autoridades governamentais do mundo, torna ainda mais urgente a necessidade de maior efetivo desse Instituto, uma vez que os obstáculos enfrentados por aquela região envolvem aspectos pertinentes tanto à política de meio ambiente quanto à defesa da Soberania Nacional”.

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