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A desigualdade salarial entre mulheres e homens em números
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O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) já disse que a desigualdade salarial existe porque trabalhadores mulheres atrapalham a lucratividade – já que, se uma mulher tirar licença maternidade, quem “vai pagar a conta” é o empresário.

“Por isso que o cara paga menos para a mulher! É muito fácil eu, que sou empregado, falar que é injusto, que tem que pagar salário igual”, disse ao site do PSC em março.

O ano é 2017, mas a lógica de Bolsonaro ainda é bastante recorrente no mercado de trabalho. Um estudo a partir do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira, mostra que as trabalhadores brasileiras ganharam, em 2015, cerca de 23,6% a menos que a média dos colegas homens.

A desigualdade acontece mesmo levando-se em conta que as mulheres têm mais anos de estudo (7,5 anos, em média, ante 7,1 dos homens). Quando o gênero não é levado em conta, trabalhadores com ensino superior ganham, em média, três vezes mais que aqueles que não fizeram faculdade.

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