Av. Senador Lemos, Umarizal, Belém/Pará

[vc_row custom_css_code=”LmZ1bGx3aWR0aC1ibG9jay1pbm5lciUyMC53cGJfd3JhcHBlciUyMCU3QiUwQSUyMCUyMCUyMCUyMCUyMHBhZGRpbmctcmlnaHQlM0ElMjA2MHB4JTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwJTIwcG9zaXRpb24lM0ElMjByZWxhdGl2ZSUzQiUwQSU3RCUwQS5mdWxsd2lkdGgtYmxvY2staW5uZXIlMjAud3BiX3dyYXBwZXIlM0FhZnRlciUyMCU3QiUwQSUyMCUyMCUyMCUyMGNvbnRlbnQlM0ElMjAlMjclMjclM0IlMEElMjAlMjAlMjAlMjBwb3NpdGlvbiUzQSUyMGFic29sdXRlJTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwd2lkdGglM0ElMjAxOHB4JTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwaGVpZ2h0JTNBJTIwY2FsYyUyODEwMCUyNSUyMC0lMjAyOHB4JTI5JTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwcmlnaHQlM0ElMjAwJTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwdG9wJTNBJTIwMTNweCUzQiUwQSUyMCUyMCUyMCUyMGJhY2tncm91bmQlM0ElMjAlMjMwMGJjZDQlM0IlMEElN0QlMEEuY3VzdG9tLXRpdGxlLXRpdGxlJTIwaDElN0IlMEElMjAlMjAlMjAlMjBtYXJnaW4tdG9wJTNBMHB4JTNCJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwbWFyZ2luLWJvdHRvbSUzQTBweCUzQiUwQSU3RA==”][vc_column][gem_fullwidth background_style=”cover” background_image=”30409″ padding_top=”150″ padding_bottom=”150″][vc_row_inner css=”.vc_custom_1587813510930{margin-bottom: 0px !important;}”][vc_column_inner css=”.vc_custom_1587813438128{padding-top: 0px !important;}”][gem_title_title alignment=”right” color=”#ffffff”]

[/gem_title_title][gem_title_excerpt alignment=”right” color=”#ffffff” margin_bottom=”15″]

[/gem_title_excerpt][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/gem_fullwidth][/vc_column][/vc_row]


(FG Trade/Getty Images)

Nos últimos 10 anos, a contratação de profissionais com deficiência formados no ensino superior teve um aumento de 159,16%, segundo levantamento do Quero Bolsa, plataforma de bolsas de estudos, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na última quinta-feira, 3, foi comemorado o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, data estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992. No Brasil, os dados do Quero Bolsa destacam um avanço na inclusão no mercado de trabalho. Em 2010, foram 4.395 contratações. Em 2019, o total cresceu para 11.390.

No entanto, no período analisado de 2010 a 2019, apenas em três anos as contratações superaram as demissões desses empregados, em 2010, 2011 e 2018.

De acordo com o levantamento, a maior parte das contratações se concentra na profissão de ajudante de escritório. Confira o ranking das 10 principais carreiras:

  • Assistente Administrativo – 1.900
  • Auxiliar de Escritório, em Geral – 1.772
  • Escriturário de Banco – 670
  • Analista de Desenvolvimento de Sistemas – 275
  • Recepcionista, em Geral – 233
  • Administrador – 232
  • Analista de Recursos Humanos – 208
  • Enfermeiro – 186
  • Vendedor de Comercio Varejista – 133
  • Operador de Telemarketing Receptivo – 131

E a pandemia do novo coronavírus pode ser prejudicial para o avanço da inclusão PCD no mercado: 93% dos profissionais com deficiência acreditam que essa crise tem dificultado a procura por emprego. O dado faz parte da pesquisa Catho com mais de 1.400 profissionais que possuem alguma deficiência.

Para 69% dos respondentes, a falta de oportunidades é a maior barreira. E 83% contam que usam a internet para encontrar vagas.

Na pesquisa, 72% disseram que tiveram dificuldades na hora da contratação por falto do documento.

Na jornada para preparar esses profissionais para o mercado e dar acesso a oportunidades de emprego, a startup Egalitê criou em 2020 a 1º Feira de Empregabilidade para Pessoas com Deficiência Online do Brasil. Foram mais de 5 mil vagas e 300 empresas participantes.

No momento, o site da HRtech lista mais de 1.100 vagas abertas para diversas áreas e níveis de formação.

“Legaliza a exclusão”

Enquanto a inclusão no mercado de trabalho avança aos poucos, tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei PL 6.159 de 2019. A proposta não teve avanços no último ano, mas seu teor representa um retrocesso para essa parte da população.

É o que defendo o advogado trabalhista e sócio do Gomes, Almeida e Caldas Advocacia, Camilo Onoda Caldas. Ele explica que o projeto faria uma modificação na lei de 1991 e permitiria a empresas pagarem um valor caso não cumpram com as cotas de contratação de pessoas com deficiência.

“Permitir que a empresa pague para não cumprir com as cotas legaliza a exclusão. Se o objetivo da lei existente é a inclusão e você pode pagar para não incluir, essa regra deixa de cumprir seu papel. Acho a proposta profundamente ruim, pois mercantiliza a condição da pessoa com deficiência e reforça a ideia de que é um fardo para a empresa”, comenta ele.

Atualmente, o que vale para as empresas é o artigo 93-B na Lei nº 8.213 de 1991. O trecho coloca a obrigatoriedade de preencher de 2% a 5% dos cargos com portadores de deficiência ou beneficiários reabilitados. Empresas com 100 a 200 empregados devem cumprir com a cota de 2%. Negócios com mais de mil funcionários precisam respeitar a cota máxima de 5%.

Notícias relacionadas

Deixe um comentário

Preferências de Privacidade
Quando você visita nosso site, ele pode armazenar informações através de seu navegador de serviços específicos, geralmente na forma de cookies. Aqui você pode alterar suas preferências de privacidade. Observe que o bloqueio de alguns tipos de cookies pode afetar sua experiência em nosso site e nos serviços que oferecemos.