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6 descobertas surpreendentes sobre a geração Z no trabalho

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A sopa de letrinhas ganhou mais um reforço no ambiente de trabalho. Ao lado das gerações baby boomer X e Y, os novatos da Z (nascidos entre 1990 e 1999) começam a cumprir expediente e, com eles, novas perspectivas, novos anseios e objetivos de carreira dão o ar da graça nos escritórios. E é justamente isso que começa a ser investigado: afinal, o que eles – que em 2020 serão 20% da força de trabalho – querem e no que se diferenciam de seus veteranos?

Pesquisa realizada pela Robert Half em parceria com a Enactus com 770 jovens Z traz luz aos seus sonhos de carreira. Confira algumas descobertas expostas no relatório sobre o levantamento:

1. Menos Vale do Silício e mais Mad Men

Nem escritórios abertos nem startups estreladas. Empresas médias são o local ideal para 41% dos entrevistados. Trabalhar para grandes companhias é o que desejam 38%. Apenas 14% disseram que uma startup é o ambiente ideal.

A pesquisa também revela que 45% preferem trabalhar em salas individuais a dividir espaços com colegas de trabalho. Em relação à comunicação, a geração que cresceu se comunicando por mensagens surpreende: 74% disseram preferir uma conversa face a face.

2. Mais realistas?

A maioria (77%) acredita que terá que se esforçar mais do que as gerações precedentes para conquistar uma vida profissional plena e satisfatória. Mas sem descuidar do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a principal questão de carreira para 28% dos jovens da geração Z.

Ganhar dinheiro é a segunda maior preocupação, com 26% das respostas dos jovens e garantir um emprego estável é o que desejam 23% dos participantes da pesquisa.

3. Quatro empresas no currículo

Uma das principais reclamações a respeito do comportamento profissional da geração Y é a falta de vínculo com as empresas e as constantes trocas de emprego. Os jovens Z não seguem este modelo: querem trabalhar para uma média de quatro empresas ao longo da carreira, segundo a pesquisa.

A estabilidade na empresa depende, no entanto, de um componente importante, o crescimento profissional. Em cinco anos, 32% dos jovens espera já estar gerenciando equipes. A aposentadoria aos 60 anos seria ideal para um terço dos jovens, mas apenas 17% acreditam que será possível.

4. O cargo pouco importa

Gerente, diretor, presidente. A nomenclatura não sobe à cabeça da Geração Z, apenas 3% citaram cargos como objetivos primordiais de carreira. Mais importante do que a posição é o caminho até ela. A oportunidade de crescimento profissional está entre as três prioridades de carreira mais lembradas por 64% dos entrevistados.

5. Chefes íntegros

Honestidade e integridade são as características mais buscadas nos chefes, segundo 38% dos jovens Z. A vontade de ensinar e de compartilhar experiências também é valorizada, 21% citam a capacidade de mentorar como essencial em um gestor.

6. Baby boomers são os mais “temidos”

A relação com os mais veteranos das empresas, os baby boomers (nascidos nas décadas entre 1945 e 1964) é a mais preocupante e desafiadora para 45% dos entrevistados. Antecipam dificuldades na relação com a geração X 17% e apenas 5% temem conflitos com colegas da geração Y.

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